Padrão de qualidade e normatização: ABNT NBR 10476 — a diretriz técnica oficial brasileira para revestimentos de zinco eletrodepositados sobre ferro ou aço.
Na linha de produção da Tubozinc, o processo de zincagem segue rigorosamente os parâmetros estabelecidos pela norma ABNT NBR 10476 (Revestimentos de zinco eletrodepositados sobre ferro ou aço). Esta é a diretriz técnica oficial brasileira que garante a excelência, a durabilidade e a proteção anticorrosiva das peças metálicas tratadas.
A aplicação do zinco por eletrodeposição cianídrica atende às mais exigentes demandas da indústria, garantindo que o revestimento ofereça proteção catódica eficiente, excelente ancoragem e um acabamento estético superior.
A conformidade com a NBR 10476 nos permite entregar peças padronizadas através do controle rigoroso de quatro pilares fundamentais.
A norma classifica o revestimento de acordo com a agressividade do ambiente ao qual a peça será exposta (condições de serviço). Controlamos a espessura da camada — medida em micrômetros (µm) — para atender desde ambientes internos secos até atmosferas industriais severas, garantindo a especificação correta para a necessidade do seu projeto.
Após a eletrodeposição, as peças recebem tratamentos de conversão química que aumentam drasticamente a resistência à corrosão e definem o aspecto visual do produto. Trabalhamos com os padrões normatizados:
Nossos revestimentos são validados para suportar as horas exigidas pela norma em ensaios acelerados de corrosão (câmara de salt spray), retardando ao máximo o aparecimento da corrosão branca (oxidação do zinco) e da corrosão vermelha (oxidação do ferro/aço base).
A norma exige que o revestimento seja perfeitamente aderido ao metal base. Nosso processo de preparação de superfície e o banho eletrolítico cianídrico de alta performance asseguram que o zinco não apresente descascamento, bolhas, manchas ou falhas de cobertura.
Utilizar a ABNT NBR 10476 como pilar do nosso controle de qualidade significa entregar aos nossos clientes não apenas um serviço de tratamento de superfície, mas uma solução de engenharia confiável, rastreável e duradoura para a proteção do aço.
Espessura de camada e ensaio de névoa salina se comprovam em laboratório — mas a aderência e a uniformidade do zinco eletrolítico você reconhece de olho. Reunimos fotos reais de materiais que passaram pelos nossos tanques.
Lá também explicamos por que uma cantoneira laminada sai fosca e um tubo sai espelhado — diferença de rugosidade do aço de origem, não de qualidade do revestimento.
A melhor prova de confiabilidade da zincagem eletrolítica não está em um laudo: está na garagem de casa. A indústria automobilística — que carrega vidas e por isso é uma das mais rigorosas do mundo em requisitos de segurança e durabilidade — utiliza esse revestimento em uma parcela expressiva das peças de um veículo. Estimativas do setor apontam cerca de dois terços dos componentes protegidos por revestimentos de zinco.
Basta abrir o capô do seu carro: suportes, fixadores, tubulações e chapas com aquele acabamento prateado-azulado ou dourado iridescente são rapidamente identificáveis. Estão ali há anos, enfrentando calor, umidade, vibração e variação térmica — sem corroer.
É esse mesmo processo, controlado pelos parâmetros da NBR 10476, que protege o material que sai da nossa linha.
Não basta o revestimento estar dentro da norma: a forma como ele é produzido também conta. Toda a nossa operação de galvanização é movida a energia limpa e renovável, fornecida pela Newave Energia por meio do mercado livre de energia.
Isso significa entregar a mesma camada de zinco especificada pela NBR 10476 com uma pegada de carbono significativamente menor — um diferencial que pesa cada vez mais nas exigências de compliance ambiental dos nossos clientes.
Diga em que ambiente a peça vai trabalhar e indicamos a classe de revestimento e o tratamento de conversão adequados.
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